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terça-feira, dezembro 15

Perdida em algum lugar




Cap 15   -   Em Casa

    Quando abri meus olhos novamente vi em minha frente a claridade, ela vinha da janela, me levantei e a fechei, me alegrei ao saber eu eu estava em casa.
Corri pela casa gritando meus pais, entrei no quarto de minha irmã:
-Lia, acorde! Eu voltei, já estou em casa!
-"Aham", estou vendo, agora pare de me amolar e me deixe dormir. - disse ela em uma voz de quem eu havia acabado de acordar.
 Estranhei e sai a procura de meus pais, eles sim se importavam comigo.
-Pai, mãe! Estou de volta - gritei, mas eles também estavam dormindo
-Verônica, está cedo, volte para sua cama - disse minha mãe adocicadamente
-Mas eu voltei! - eu disse implorando 
-Filha você nem saiu! - ela respondeu abrindo os olhos - Verônica que roupa é essa?
 Eu meio que assustada, me virei sem responder minha mãe, como eles não me viram sair? Não notaram minha ausência? Entrei no meu quarto, parei em frente ao espelho, sim tinha acontecido, eu estava como vetido que Lylin me dera, mas de nada adiantaria falar com eles, eles não acreditariam em mim
 Então sentei em minha escrivaninha e comecei a escrever tudo o que me tinha passado, e todos os anos em que eu fazia aquela viajem desconhecida eu os escrevia no meu caderninho, e eu plantaria ali meu maior sonho, publicar aquele meu diário mágico...


                                       Fim...

sábado, dezembro 12

Perdida em algum lugar



Cap. 14     - A Despedida








  Amanheceu, e eu acordei com Rebeca me chamando
-"Tô' sabendo que você vai embora hoje! - disse ela triste
-Vou sim.
-Mas irá passar o dia comigo, será nosso último dia juntas! - disse ela abrindo um sorriso meio triste
-Claro amiga
  E assim foi, todos nós saimos e fomos brincar no bosque, corremos e brincamos sobre aquela vasta neve, foi um ótimo dia, o melhor que eu já tive sobre toda a minha vida.
Mas a alegria logo se acabou, a tarde caia e já era hora de eu ir embora, foi o pior momento de toda aquela historia que vivi, Rebeca e eu choravamos muito
-Onde fica a escada? - perguntei a Lylin
-Você vai seguir o rio congelado, atravessa um pequeno monte e pela manhã você avistará a escada.
 Dei meu último abraço em Lylin e em Rebeca, fiquei olhando para trás e dando tchau até perder as duas da minha vista. Caminhei durante toda a noite, ainda era madrugada quando atravessei a montanha, mas não vi a escada. Até que o sol começou a nascer, e de acordo com ele a escada ia aparecendo, bem aos poucos.
Eu estava com medo, sentia um frio em minha barriga, olhei para trás pensando em voltar, mas sabia que eu tinha que ver minha familia, eu estava com saudades.
 Continuei andando em direção a escada, ela ainda estava muito longe, quando cheguei aos pés da escada me ajoelhei e me derramei em choro, em minha mente por questão de segundo passou todo o filme daquela incrivel história que me acontecera. Suspirei fundo, olhei para o alto da escada e comecei a subir, eu subia lentamente, e minha mente girava em torno daquele mundo e no pensamento de jamais esquecer o que passei ali e das amizades que fiz.
   Comecei a ficar tonta, eu ouvia as vozes de todos que encontrei naquele mundo, via todos os rostos, tudo girava. E quando cheguei no topo da escada, me virei para trás e não vi nada, só tinha um vacuo, estava tudo escuro, e quando me virei a porta se abriu, como mágica, e me veio uma luz forte que me tomou, e não conseguia ver nada nem ao menos abrir meus olhos...




                                                                                    Continua...

sábado, dezembro 5

Perdida em algum lugar


Cap. 14 - A Neve

Eu não podia acreditar no que estava vendo.
Era um bosque coberto pela neve.
-Será que é a tal neve?- Pergunta Rebeca
-Tomara que seja!- respondi -Vamos entrar?
-Vamos! - respondeu Rebeca meio que temendo.
Andamos muito, estávamos com frio, nossas pernas doíam, foi quando avistamos uma menina sentada na neve, ao lado dela havia um cachorro, muito bonito, e machucado.
-Meu Deus! -Exclamei, correndo para ajudar, e Rebeca veio atrás de mim:
-Oi! O que aconteceu? - pergunta ela para a menina
-Lobos! Vocês poderiam me ajudar? - perguntou a menina
-Claro- respondemos
Então a ajudamos a pegar o cachorro que por sinal era muito pesado
-O caminho é longo - Disse a menina
-Não tem problema - respondi
-Mas seus pais não irão brigar com você?
-Não, não tenho pais e estou ajudando Verônica a achar o caminho de sua casa. - Disse Rebeca
-É eu não sou daqui, mas é uma grande história!
-Bom vocês parecem estar com frio, e fome não é?!
-Sim estamos!
-Bom fiquem aqui em casa, e depois quando forem viajar dou a vocês algumas roupas de frio!
-Mas seus pais irão nos deixar ficar aqui?
-Também não tenho pais, moro aqui nessa casa sozinha, desde pequena aprendi a me vira,eu tenho dinheiro, que antes de meus pais morrerem eles deixaram para mim uma quantia enorme em dinheiro, assim sempre vou a cidade comprar, então moro sozinha e ninguém se preocupa comigo.
-Então seremos sua companhia durante esses dias, pode? - perguntei
-Claro, ando meio só de uns dias para cá, meu único amigo é esse lindo cão.
-É ele é muito bonito- disse Rebeca - E como você se chama?
-Lylin - disse ela sorrindo, ela estava feliz, podia se ver em seu olhar
Lylin morava em uma casa que era bem bonita, mas as casas mais próximas era as do vilarejo, que ficavam a uma boa distância.
-Bom aqui é a minha casa! - disse ela abrindo a porta
-Ai que "fofis" - Se não fosse Rebeca para falar isso, bom, não era mais ninguém.
Ela foi pegar o remédios para seu cachorro, nos deu alguns casacos e cobertores, e nos mostrou os quartos.
-Moro aqui há quatro anos sozinha, minha mãe era feiticeira, e ela me deixou muitos aprendizados, e meu pai era carpinteiro.
Quando ela disse que sua mãe era feiticeira, me lembrei da outra feiticeira:
-Lylin,Você sabe se por aqui existe alguma escada que no final dela existe um portal?
Lylin assustada com o que eu disse, se levantou da cadeira e se virou, meio que nervosa, tentando mudar o assunto
-E a história que você ia me contar?
-A minha história é essa escada, preciso dela, sem ela eu não posso ir para casa.
Lylin ofegante e muito pensativa, disse:
-O que eu vou te contar você não pode contar a ninguém!
-Vou ficar de bico calado! - disse Rebeca
-Mas é comigo que ela tá falando Rebeca! - eu retruquei
-A tá! Mas eu vou ouvir também, ou você acha que eu iria ficar de fora desse segredo? Nunca meu bem! - disse ela eufórica
-Me escutem, aquela escada tem uma magia impressionante, quem vive aqui nesse mundo não pode conhecer aquele que está do outro lado, e quem é de lá pode vir aqui, mas é muito deficil a entrada, a pessoa tem que ser invocada.
-Então alguém quis que eu estivesse aqui?
-Sim, talvez não fosse uma pessoa, mas o destino. Mas essa pessoa não pode vim aqui toda vez em que alguém desse mundo a quer, só a cada 1 ano.
-Porque eu não posso ir para lá?! - pergunta Rebeca irritada
-Somos de outro mundo, somos o que dizem de seres mágicos, não podemos entrar no mundo real, que é o dela!
-Verônica! - disse Rebeca triste- Nós vamos ficar longe uma da outra durante todo esse tempo?
-Bom, se vocês não esquecerem de me chamar daqui a um ano, será só um tempo, mas mesmo assim sentirei sua falta Rebeca! -falei já quase chorando
A noite passou e Rebeca já tinha dormido
-Lylin, você está dormindo?
-Não
-Me promete que irá cuidar de Rebeca?
-Sim, ela pode morar aqui, vou cuidar dela, seremos boas amigas.
Me levantei com um sorriso e dei um abraço em Lylin.
-Amanhã eu vou embora.
-Mas já? Fique mais um pouco. - disse Lylin
-Eu já não me aguento de saudades dos meus pais e do meu mundo.
-Então vamos dormir, pois amanhã o dia será longo.
Fomos dormir, pois o dia seguinte iria ter muitos acontecimentos


Continua...

quinta-feira, dezembro 3

Perdida em algum lugar





Cap. 13  - O Reencontro

 Vestida de noiva eu sai atrás de Rebeca, eu tinha que encontra-la.
Reconheci ela ao longe, estava sentada sobre uma rocha lendo uma carta, era a tal carta.
Corri desesperadamente não cabia tanta alegria
-Rebeca!! - gritei abrindo um sorriso.
Ela abaixou as mãos com a carta, e levantou a cabeça em minha direção, foi quando vi uma lágrima escorrer sobre seu rosto, abri um sorriso e estendi meus braços, pedindo um abraço.
Ela veio correndo, nos abraçamos e choramos juntas:
-Desculpa, eu não sabia, agora que li a carta que me escreveram e descobri toda verdade - disse Rebeca
-Nada amiga, nossa amizade está acima de tudo, e muitas aventuras a cumprir. Só que dessa vez sem principes e Elizabhtes - Disse Rebeca sorrindo
   Assim ficamos ali por um longo prazo contando tudo o que aconteceu a verdadeira historia, e as mentiras contadas pelo principe e seus servos.
Depois saimos pois tinhamos que encontrar a neve...


                 Continua....

terça-feira, novembro 24

Perdida em algum lugar




Cap. 12 - O Casamento

Sim, meu vestido de noiva era lindo, e faltava apenas uma hora para o casamento, e eu não achara Rebeca.
Até que perguntei a uma das empregadas:
-Onde está Rebeca?
-Rebeca foi embora ao amanhecer, deixou uma carta, e está no seu quarto.
-Meu Deus! Porque ela foi embora? Porque não me entregou a carta antes?
-Ela me pediu para lhe entregar só após o casamento.
-Por favor, vá pegar a carta para mim, preciso lê-la agora!
A mulher então me veio com a carta e me entregou, mas não conseguia ler, pois havia muitas pessoas ao meu redor. Só tive sossego quando todas terminaram de me arrumar e foram para a igreja.
Não poderia imaginar ao ler aquela carta, descobri que minha amiga, unica em que confiava tinha ido embora, me derramei em lágrimas, o mundo desmoronou para mim.
-Estão te chamando...Porque choras? - perguntou uma mulher ( unica do castelo que tinha minha confiança)
Elevei a carta em direção a ela, ela pegou e leu
-Estão me obrigando a me casar com ele, mas eu não sou Elizabhet! - eu disse
A mulher balançando a cabeça:
-Ela fujiu então porque ainda se casará com ele?
-Eles vão acha-la e mata-la!
-Não vão, ele não pode matar ninguém. Vá fuja também siga seu coração, e você a achará, eu ouvi a conversa entre você e o principe, e vi ele conversando com um de seus servos, ele dizia para ele separar vocês, mas fui mais esperta, coloquei uma carta nas mala de Rebeca, e nessa carta eu falava tudo. Rebeca foi para o norte, e só isso que sei. Então vá, corra, vá atrás da unica pessoa que você tem nessa jornada!
Sai naquela mesma hora, corri daquele castelo, abandonei castelo, riquezas e tudo que me era surpefolo...

Continua...

domingo, novembro 22

Perdida em algum lugar



Cap. 11 - A Decisão

Acordei com Rebeca me chamando
-Verônica! O que vocês conversaram ontem?
-Nada demais.
-Nada? O que me esconde?
-Rebeca sente-se por favor!
Ela se sentou
-Rebeca tomei uma decisão e espero que entenda, pois é por amor, pensei muito e vou sim me casar com o principe - disse isso, mas não poderia contar a ela a verdade, me senti horrível.
Rebeca abaixou a cabeça e correu, eu fiquei ali no quarto reprimida e com medo do futuro, eu só queria ir embora para casa...
Já na biblioteca do palácio o principe conversava com seu mordomo...
-Não gosto de Rebeca, é ela quem influência minha Elizabhet, teremos que separar as duas.
O mordomo concordou abaixando a cabeça
-Elas são muito apegadas, só pode ser feitiço de Rebeca, ela deve ser uma bruxa, mas no momento você sabe que eu não posso matar a ninguém, ainda não sou rei e isso se espalharia e criaria um tumulto aqui no reino...-disse o principe pensativo.
-Que tal criarmos uma contenda entre as duas? - perguntou o mordomo
-É! Rebeca é apaixonada por mim, deve ser por isso que ela enfeitiçou Elizabhet, para não me querer mais... E se Rebeca estiver longe eu conseguirei convencer Elizabhet quem ela realmente é!
-É verdade meu senhor. - concorda o mordomo
-E você irá se aproximar de Rebeca ainda hoje, pois ela com certeza ficará sabendo hoje do casório e ela ficará muito triste...-disse ele sarcasticamente - E você a fará pensar que Elizabhet não é uma boa amiga, bom se vire mas faça ela sair do castelo ainda hoje!
O servo sai da biblioteca e quando passa pela fonte vê Rebeca ali chorando e resolve por seu plano em prática:
-Menina linda porque choras?
-Verônica se casará com o principe, mas ela sabe que eu amo ele!
-É verdade, menina irei te contar um segredo mas não conte a ninguém, principalmente a Elizabhet, ontem a noite fui levar chá para eles e ouvi a conversa, o principe dizia para Elizabhet que a amava, e ela dizia que estava apaixonada por ele,e disse que aceitava sim o convite de casamento, mas o principe a perguntou se você não iria ficar triste com isso e ela disse que pouco a importava e que você podia até sumir daqui...
Rebeca começou a chorar mais ainda...
-O que eu faço? - perguntou ela
-Menina, acho melhor você ir embora, de preferência hoje, pois amanhã eles irão se casar.
-Casar amanhã?
-Elizabhet disse estar louca de amor e quer casar logo.
-Então é melhor eu ir mesmo.
-Sim, vou ajudar a você a arrumar as malas....- disse o mordomo
-Ok! -concordou Rebeca

Enquanto eu estava na sala conversando com o principe...
-Iremos nos casar amanhã minha Elizabhet!
-Amanhã, já?!
-Não quero que você tenha tempo ou se arrependa e conte para Verônica a verdade.
Nessa hora o principe me pega pela mão e me leva até a janela
-Olhe isso tudo minha amada será seu, irás governar isso tudo comigo, serás dona de todo esse ouro!
-Não quero isso! Só quero ir embora
-Não! Você me ama e ficará aqui, iremos nos casar amanhã, então vá experimentar seu vestido, vá! -disse ele sorrindo
Sai daquele lugar, queria encontrar Rebeca mas eu não a achava em lugar nenhum...


Continua...

sábado, novembro 21

Perdida em algum lugar




Cap. 10  -   O Ciúmes de Rebeca


 Tomamos um banho, e Rebeca colocou um lindo vestido que estava no quarto, tudo para impressionar o principe. Nos chamaram para jantar, Rebeca entrou primeiro, e o principe olhando para ela:
-Onde está Elizabhet?
-Verônica já vem! - disse ela já dessistida
 Mas quando ele me vi, se levantou e veio em minha direção, passou por Rebeca sem ao menos olha-la
-Como está minha linda princesa? - perguntou o principe
Olhei para Rebeca e ela abaixou a cabeça, e durante todo o jantar Rebeca não tirava os olhos do principe, e ele de mim, fiquei totalmente desconcertada. O principe achava que eu era Elizabhet, e estava apaixonado por mim, e Rebeca estava perdidamente apaixonada por ele. Mas o pior ainda estava por vir, o principe se levanta da mesa:
-Minha Elizabhet!
-Eu não sou Elizabhet! - respondi já cansada de dizer isso
-Por favor minha amada cesse as brincadeiras!
-Não estou brincando, ora! Me chamo Verônica!
-Tudo bem, também irei brincar. Verônica aceita se casar comigo? - disse ele se ajoelhando
Rebeca se levantou na mesma hora e saiu correndo, fui atrás dela e deixei todos ali olhando sem saberem o que fazer.
Ela entrou no quarto e trancou a porta:
-Rebeca! Abra por favor, eu não irei aceitar o convite!
-Vá! Aceite, eu sei que você quer!
-Rebeca, por favor, abra para conversarmos.
Rebeca finalmente abriu a porta, e vi que seus olhos estavam inchados de chorar
-Rebeca somos amigas lembra? Eu jamais faria isso com você!
O mordomo chega:
-O principe te chama Elizabhet!
Rebeca olha para mim :
-Vá!
Eu meio que indecisa fui. Quando me apresentei diante do principe:
-Porque você fugiu enquanto te pedi em casamento?
-Porque eu não sou Elizabhet, me chamo Verônica!
-Cesse a brincadeira Elizabhet! - disse ele já irritado
-Queria estar brincando, mas eu não vou me casar com você, por sua culpa quase perdi minha amiga.
-Sua amiga?
-Rebeca
-Logico! É ela, só pode ser! Ela deve ser uma bruxa, que lançou um feitiço em você, e por isso é tão apegada a ela!
-A...Não fuja do obvio! Antes de conhece-la eu já sabia que meu nome era Verônica!
-Então terei que mata-la! Talvez assim o feitiço se acabe! - disse ele em tom ameaçador
-Não fará isso, não chegará em lugar algum, se você mata-la ai que eu não me casarei mesmo e fugirei daqui, e falando em fugir, amanhã iremos embora, eu e Rebeca!
-A, não irá! E se você fugir irei atrás de você até o fim, só porque te amo.
-Se você amasse Elizabhet saberia que não sou ela!
-Duvidas do meu amor? - disse ele gritando- Por causa disso nos casaremos no Domingo, e se você não se casar Rebeca morre e se você contar a ela também!
-Mas seu eu não conta-la era achará que eu a enganei!
-Ela é uma bruxa, fará um feitiço para nos matar.
-Ela não é bruxa! Eu já disse!
-Azar, se você contar eu saberei, pois essas paredes tem ouvidos, saiba disso! E você não tem outra escolha a não ser se casar comigo!
Sai irritada e fui para o quarto, quando cheguei Rebeca já dormia, então fiquei ali chorando e pensando em alguma solução...


         Continua...

sábado, novembro 14

Perdida em algum lugar


Cap. 9 - Verônica ou Elizabhet?

Entramos no palácio e Rebeca boquiaberta com tanta beleza, correu e parou em frente a um quadro enorme:
-Verônica! Corra, venha cá!
Quando me aproximei do quadro, foi uma grande surpresa, era uma foto de uma mulher muito bonita e elegante, mas o pior era que ela parecia-se comigo!
Fiquei observando o quadro, e quando Rebeca se vira em direção as escadarias:
-Que lindo! - Disse ela ao se apaixonar pelo príncipe
-Elizabhet, meu amor... - Disse o príncipe
Eu suspirei fundo e olhei para as escadas, que enroscada meu Deus!
-Porque sumiste Elizabhet? - perguntou o príncipe
-Eu não sou Elizabhet!
-Ela é a Verônica! -Disse Rebeca se aproximando carinhosamente do príncipe
-E quem é você? - Perguntou o príncipe com um ar de grosseria para Rebeca
-Rebeca, amiga de Verônica!
O príncipe chamou um de seus servos e ordenou que arrumassem um quarto para nós, mas eu não queria ficar ali, então olhando para Rebeca:
-Acho melhor irmos embora! - Falei
-Não! Temos que ficar aqui, estou muito cansada! -Disse Rebeca implorando
-Está bem, ficaremos aqui apenas por alguns dias, e depois iremos sem choro, ok?!
-ok!
Ela sorriu e foi subindo as escadas.
Já no quarto e sozinhas...
-Verônica, o príncipe é lindo, não?!
Rebeca já me tinha falado isso várias vezes, já não aguentava mais
-Sim, ele é bonitinho!
-Acho que me apaixonei por ele!
-Mas já?!
-É, Não acredita em amor a primeira vista!?
-Sim, e vejo que você está mesmo apaixonada.
Fomos tomar um banho para o jantar em que muitas coisas aconteceriam...


Continua...

sexta-feira, novembro 6

Perdida em algum lugar


Cap.8 - A Grande Viajem



Saímos sem direção, cantarolando como pássaros.
Sabíamos que teríamos muitas aventuras, passaríamos dificuldades, mas teríamos uma a outra.
Encontramos um rio, e ali nadamos, brincamos, foi uma viajem perfeita...
-Verônica!
-Sim?
-E se demorarmos muito para encontrar a saída?
Olhei para ela com um gesto de carinho:
-Teremos que ser firmes e aguentar!
-Mas será que teremos que esperar nevar?
-Não sei, pode ser que a saída esteja em um lugar que já existe névoa
-É pode ser....- Rebeca concordou
Após algumas semanas de caminhada, avistamos um castelo, que por sinal era lindo!
-Olhe Rebeca, um castelo!
-Nossa....Que Lindo!
-Vamos! Quem sabe não encontramos ajuda?
-É...Vamos!
Ao chegarmos no castelo todos olhavam para nós, mas eles nos olhavam não com um olhar de curiosidade, mas de susto, até que alguém entra em nossa frente:
-Elizabhet! Você voltou! -Disse um homem se referindo a mim
Fiquei olhando para Rebeca, e ela olhando para mim:
-Não,me chamo é Verônica!
-Verônica? Elizabhete, não brinque, o príncipe te espera!
Rebeca rindo, disse:
-Verônica, estão te confundindo com alguém.
-É estão mesmo....


Continua...

domingo, novembro 1

Perdida em algum lugar


Cap. 7 - Uma amizade


Chegamos na casa de Rebeca, e ela mal chegou em casa e a sua madastra logo veio a lhe xingar -Onde você estava? - Gritou a mulher
-Por ai! - Respondeu Rebeca

-Não existe por ai! Onde estava? - Continuou ela a gritar

Rebeca olhou para mim, pegou minha mão, e me puxando disse:

-
Verônica vai passar uns dias aqui!
-E quem você acha que é? Você não manda aqui! Não pode trazer estranhos!

-Não quero saber, ela fica aqui!

-Então trabalhará também!- Disse a madastra
-Não, não vai trabalhar não!
Olhei para Rebeca:
-Não, eu vou te ajudar sim! Vamos trabalhar juntas!

Rebeca sorriu:

-Vamos! Vou te ajudar a guardar suas coisas e te dou algumas roupas, porque essa está muito esquisita!

Entramos para o quarto, e ficamos ali horas conversando, a
madastra de Rebeca estava louca, pois não suportava ver Rebeca tão feliz.
-Acho que seremos boas amigas. - Disse Rebeca

-Também acho! - Concordei

-Com você aqui tenho mais coragem de enfrentar aquela bruxa! - Disse ela rindo

Saímos
do quarto e fomos trabalhar, trabalhamos o dia inteiro, sem parar, mas conversávamos e riamos muito, e isso deixava a madastra furiosa.
E assim foi até que o 3º dia chegou

-Rebeca! Você tem certeza? - Perguntei

-Sim, vou com você!

Arrumamos tudo de que
precisaríamos na nossa grande aventura, esperamos a madastra dormir, e logo saímos, pois tínhamos um mundo pela frente!


Continua...

sábado, outubro 24

Perdida em algum lugar


Cap. 6 - Em um novo lugar

O campo era lindo, havia muitas árvores, lindas flores, comecei a andar, a correr sobre aquele lindo sol, havia pássaros cantando, o lugar era um paraíso!
Me deitei por debaixo de uma árvore, e acabei adormecendo, quando acordei já era noite, olhei para o ceu e vi aquelas lindas estrelas, então vi uma estrela cadente, não perdi tempo, fiz meu pedido:
-Quero voltar para casa!
Sim o lugar era perfeito, mas não era a minha casa, eu tinha que voltar, me levantei, peguei minhas coisas e sai, estava de noite, então se tivesse alguma vila, de longe enxergaria as luzes.
Depois de muito andar, me sentei um pouco, foi quando ouvi um choro, o que seria o tal?
O choro vinha por detrás de uma laranjeira, quando vi, era uma menina, ela parecia ser da minha idade.
-Oi! -cumprimentei
Ela com um olhar triste para mim:
-Oi!
-Você mora aqui perto? - eu disse me sentando ao lado dela
-Numa vila logo ali- disse apontando o dedo para o lado
-Me chamo Verônica e você?
-Rebeca, mas você é de onde? Porque usa essa roupa esquisita?
- Spingirfld!
-O que é isso? Não conheço esse lugar!
-Não conhece? É o país mais conhecido!
-O que é país?
-Meu Deus! Não estou mesmo no meu mundo!- eu disse pensativa
-Tá perdia? - ela perguntou
-Sim, e essa minha roupa é uma grande história!
-Gosto de histórias, me conte a sua!- disse ela abrindo um pequeno sorriso
Contei a ela toda a história, e assim que terminei:
-Por que chorava?
-Moro com minha madastra, pois meus pais morreram, e assim que eles morreram ela começou a me tratar como uma escrava, trabalho o tempo inteiro para ela, ela me humilha muito!
-Que triste!
-É sim... Bom, se você está perdida, você não tem morada néh?!
-Não, não tenho! Eu preciso sair daqui tenho que voltar para Spingirfld!
-Entendo!
-Mas como se chama esse lugar?
-Nichols
-E o que é? Bom país não é! Pois você nem sabe o que é país...Então o que seria?
-É um mundo, todos aqui moramos em Nichols, bom só você que não! Nichols percorre a todas as fronteiras, é tudo isso que está aqui!
-E como saio daqui?
-Bom não sei, mas existe uma pessoa que pode te ajudar!
Ela me pegou pela mão e saiu me puxando.
-Bom, eu sei que você não quer ver bruxos tão cedo mas essa vai te ajudar.
Estávamos em frente a uma cabana colorida, entramos ali, a mulher olhou para mim e sorriu. Sem antes eu dizer o que queria saber:
-Muitas coisas passou menina, mas ainda viverá muito mais, e você não está no seu mundo!
-Então como volto para o meu mundo?
-A saída está no final da escada, lá você verá uma porta, quando abri-la voltará para o seu mundo.
-E onde está a escada? - perguntou Rebeca
-Logo após a neve.
-Neve? - gritei
-Sim, quando a ver, saberá que é ela! - disse a mulher se levantando e saindo, ela deixou eu e Rebeca ali...
-Vamos embora já vai amanhecer e minha madastra logo sentira minha falta! - disse Rebeca
-Não, eu vou procurar a escada!
-Não! Você ficará aqui!
-Não posso tenho que achar a saída!
-Eu sei, e vou te ajudar, fique aqui uns 2 dias, descanse, a viajem pode ser longa, e eu irei com você, você não pode ir sozinha!
-Não de maneira nenhuma é muito perigoso!
-Eu não vou ficar aqui e aturar aquela mulher, vou com você sim!
-Então está bem, já que você quer ir...
Ela sorriu, e me puxou em direção a sua casa, e assim saímos, iríamos descansar e depois iríamos em busca da saída...


Continua...

sábado, outubro 17

Perdida em algum lugar


Cap. 5º - A fuga

- Sim vou te ajudar! Mas se eles te pegarem você não pode dizer que eu estou envolvida, e saiba que será sacrificada. Então torça para dar tudo certo. - disse Samy
Sorrindo respondi:

-Sim, vou fazer tudo
corretamente.
- Então tá! Amanhã quando eu trouxer o teu jantar vou trazer uma capa, você vai coloca-la, e assim que eu sair, você irá sair com a bandeja, como se fosse eu, entende?
-Sim- respondi
-Você vai seguir as marcas que eu vou fazer, vou colocar pequenos pingos vermelhos no chão, então você os seguirá! Você vai
encontrar um túnel, você vai entrar lá e vai até o fim, correndo o mais rápido possivel. Assim você sairá do castelo, mas não será alivio, tem que correr até chegar a montanha, o quanto mais rápido puder. Quando chegar a montanha verá um lindo campo, quando chegar no campo estará livre, pois os bruxos não passam da montanha, eles não podem colocar os pés sobre o campo.
-Por que?

-Não sei, só sei que eles temem chegar lá! Mas você jamais poderá voltar aqui ou no bosque, ás árvores avisarão eles que você está aqui, e
eles irão atrás de você.
-
Ok! Vou seguir tudo corretamente.
Ela sorriu e logo saiu.
O dia se passou e logo amanheceu,e no almoço terminamos de acertar todos os detalhes, e finalmente chegou o jantar, já era noite e o nosso plano ia entrar em ação, me alimentei, e ela me entregou a capa e uma maleta com alimentos, pois iria precisar, me desejou Boa Sorte e saiu. Suspirei bem fundo e, coragem garota! Abri a porta olhei se tinha alguém e sai, segui as marcas como me foi recomendado, coloquei a bandeja em uma mesa, e entrei no túnel, corri o mais rápido que pude, o túnel era escuro, levei alguns tombos,me machuquei muito, mas estava com tanta pressa, que esqueci de sentir dor.
Sai do túnel, corri para a montanha, e no meio do caminho:

-Corram, ela está fugindo- Alguém grita

Comecei a correr mais e mais, confesso fiquei morrendo de medo deles me pegarem.

E finalmente cheguei na montanha, e ao dar uma olhada para trás vi que alguns deles se afastaram, outros pararam,
diminuiram os passos, mas cerca de cinco ou seis continuaram a me perseguir.
Finalmente atravessei a montanha, e cheguei no campo, parei e olhei para trás, eles estavam no alto da montanha olhando para mim, e voltando para casa decepcionados por não conseguirem me pegar.
Naquele momento me deitei na grama maravilhosa daquele campo e descansei, pois tinha corrido muito...

Continua....

terça-feira, outubro 13

Perdida em algum lugar


Cap. 4º - O Ritual

Me levaram para um salão enorme, fiquei acorrentada e sentada em uma cadeira.
No meio do salão havia uma estrela, e em cima dela uma menina amordassada, e ao redor dessa menina tinha 4 mulheres vestidas de preto, e em uma ponta um ser estranho, que para mim era ...Ai tenho até medo de dizer!!

A tal empregada apareceu ao meu lado, e me disse para me tranquilizar, que eu não seria o sacrificio daquele ritual.

-Então porque estou aqui? -perguntei

-Eles querem que você veja, para você saber o que acontece com quem desobedece.

-E o que é aquele 5º elemento?

-Parece um....Mas não é, ele é como se fosse um Deus aqui neste lugar.
Não parece, mas ele é um homem, aquele seu formato, que é horripilante, é só para mostrar que ele é alguém de autoridade aqui.

-O que eles vão fazer com ela? - perguntei com medo
-Sacrifica-la, irão oferecer ao Mestre dos Mestres deles, eles acreditam que fazendo isso terão poder e vida eterna.

-Eu não quero dar vida eterna pra ninguém, quero sair daqui, como queu vou sair?
-perguntei para ela.
A tal empregada se levantou e saiu, sem ao menos olhar para mim.
Eu não sou boba, sei muito bem que ela sabe sim, ali tinha sim uma saida para mim, mas ela não queria contar.

Naquele ritual, a única pessoa que estava com medo era eu, todos estavam acostumados e eles se alegravam com aquelas coisas.

O ritual termina, eles me colocam no quarto, mas não me acorrentam, disseram que eu já tinha visto o que aconteceria comigo se desobedecesse, e por isso obedeceria.

E ao chegar a noite, a tal empregada veio trazer meu jantar

-Você sabe meu nome, mas qual é o seu? -perguntei

-Samy!

Olhei nos olhos dela:
-Eu sei que você sabe, por favor me diga, onde é a saida?
Ela abaixando a cabeça
-Eu sei sim onde é a saida
-Mas se sabe porque ainda vive aqui? porque não vai embora?
-Olha você ainda não entende disso.

-O que não entendo?
-Do amor, é ele que não me deixa ir embora- disse ela deixando uma lágrima escorrer-
Estou apaixonada por Demiki, o principe deste lugar, eu o revenero, não consigo deixa-lo!
-Mas eu consigo e quero, por favor, me tire daqui!
-Vou pensar!- respondeu ela se levantando e dando um triste e indeciso sorriso.
-Amanhã você me reponde? - perguntei

-Sim! Amanhã te respondo - disse ela saindo e fechando a porta.
Fiquei ali naquele lugar escuro, torcendo e pedindo a Deus para que ela me ajudasse.
Eu já não suportava ficar ali naquele lugar, tinha que sair....

Continua.....


quinta-feira, outubro 8

Perdida em algum lugar


Cap. 3 No Castelo das Bruxas

Quando abri meus olhos vi que estava em um lugar extremamente sombrio, era um quarto escuro e velho, me assustei ao ver um ser estranho em minha frente, parecia ser um homem, mas me lembrava um monstro pelo formato de seu rosto, ele vestia uma capa enorme e vermelha, ele conseguia transmitir um poder imaginável...
-Garota, você estava no lugar errado e na hora errada, e você sabe disso, ninguém que não seja deste lugar sabe ou pode saber o que acontece aqui, e você não é deste lugar, e terá de sofrer consequencias por isso!
-Mas eu não sabia, só queria ajuda!! - Respondi
-Se enganou.... -Disse ele se virando e saindo
Quando ele saiu entrou uma mulher, ela passava uma impressão de insegurança, ela era meio que destrambelhada, ela trazia consigo uma bandeja, e sem dizer absolutamente nada ela soltou minhas correntes e me fez sinal para comer, e eu a perguntei:
-Que lugar é esse? O que acontecerá comigo?
A mulher não me respondeu, passou-se dias e ela não me dizia nada, todos os dias ela ia me levar alimento umas 3X ao dia, mas sem dizer uma palavra ela deixava a bandeja, soltava minhas correntes, fazia o sinal, depois me prendia novamente e ia embora.
E assim foi, até que no 5º dia ela resolveu conversar comigo:
-Menina como chamas?
-Verônica - Respondi
-Bom Verônica, bem vinda ao mundo secreto! Este é o mundo que ninguém conhece, existe bruxas, monstros, feiticeiros, coisas horríveis!
É provavelmente você tem dois destinos aqui, se você se comportar, vai virar uma escrava, assim como eu, se não se comportar, você é sacrificada - Disse ela cochichando
Confesso que quando ela disse isto eu me assustei, eu não poderia morrer ali!
Então ela saiu e me deixou ali, sozinha novamente, depois de um certo tempo apareceu duas mulheres, elas eram altas, usavam capas roxas, e um vestido preto sinistro, elas silenciosamente tiraram a correntes de mim e começaram a colocar umas roupas estranhas, era também vestido e capa, e uma delas ao sair, seriamente me disse:
-Você irá participar de um ritual! - Falou ela fechando a porta
Fiquei assustada, será que eu seria o sacrifício desse ritual ?

Continua.....

segunda-feira, outubro 5

Perdida em algum lugar


Cap. 2 - O Bosque
Amanhaceu, me levantei e comecei a andar, andei muito, até que finalmente avistei algumas árvores, era um bosque, era escuro, confesso fiquei com medo de adentrar ali, mas quem sabe se eu encontrasse um rio, poderia me levar até uma vila ou cidade? Poderia achar frutas para me alimentar, água, e etc. Fiquei com saudades dos meus amigos, da familia, mas não podia ficar ali chorando, fui procurar algo pra comer, e achei umas frutinhas, que era o suficiente, pois na fome que eu estava. Fui dormir pois já estava de noite, e eu havia andado muito durante o dia, então estava cansada. Fiz de tudo para me acomodar, bom... Achei que nunca iria precisar daquelas aulas de mosqueteiro, e ali estava! Fiquei com medo, os bichos dormiam, e os noturnos saiam de suas tocas, aqueles barulhos me amedrontavam, mas estava tão cansada que adormeci, mesmo estando com medo. Após alguns minutos de sono, acordei com um barulho estranho e alto, mas não era de animais, era um outro som, parecia ser risadas... Mas não tinha certeza. Me levantei e fui atrás do som, queria saber o que era. Caminhei um pouco, e vi algo, parecia uma fogueira, eu não poderia acreditar! Se fosse uma fogueira, era um sinal que ali havia gente, e essas poderiam me ajudar. Fui me aproximando, quando mais me aproximava mais os ouvia falando, eles diziam coisas estranhas, resolvi diminuir meus passos para entender melhor o que eles diziam, mas não consegui, eles falavam em lingua estrangeira. Então resolvi ver o que eles estavam fazendo, mas é claro sem eles me ver, e quando me aproximei uma surpresa me veio, eles eram estranhos, formavam um circulo e estavam de mãos dadas, usavam capas pretas e vermelhas. Fiquei tão assustada, que resolvi não pedir ajuda para eles, eles faziam coisas estranhas, parecia com... Ai meu Deus! Eles eram bruxos!! Eu tinha que sair dali, antes que um deles me visse. E como em um filme de suspense, ao correr eu cai sobre as folhagens, com meu tombo eu acabei gritando. Sim! Eles ouviram meu grito! E foram procurar o tal dono do grito é claro! Sai correndo, mas quando vi havia dois deles atrás de mim. Fiquei desesperada, tinha que sair dali, me escondi atrás de uma árvore e fiquei ali, passou se horas, então resolvi sair, pois ja se tinha passado um tempo, então era lógico que eles tinham ido embora, mas me enganei, caminhando sem rumo, uma surpresa: Me encontro dom um deles na minha frente.
-Oi! - Disse um deles sarcasticamente

Me virei rapidamente para fujir, mas atrás de mim não havia um deles, havia muitos... Eu estava cercada, não havia como fugir.
-Menina não tinha que estar em casa dormindo? Não acha que está nova para andar por aqui sozinha?

-Bem que eu queria estar dormindo- Respondi

-É... Você viu muita coisa, por isso iremos cuidar de você! - Disse ele rindo sarcasticamente e me pegando a força.

É claro que eu não ia deixar, eu comecei a gritar, a gritar, gritava muito, mas eles me desmaiaram. Então a partir daquele momento eu já não sabia o que iria acontecer comigo... Tudo seria uma surpresa!

CONTINUA.....

quarta-feira, setembro 30

Perdida em algum lugar


CAp. 1 - O Deserto
Abri meus olhos, não sabia onde estava,que lugar seria aquele? A puco tempo atrás eu estava em minha casa, e derrepente estou aqui! Só podia ser uma brincadeira, eu estava em um deserto, mas como eu poderia estar lá? O que eu estav fazendo ali? Mas de nada adiantaria ficar ali questionando, estava com fome e sede, tinha que encontrar algo ou alguém, mas eu estava em um deserto! Onde encontrar?! Comecei a caminhar, passaram se horas, já estava ficando fraca, até que de longe vi que havia uma barraca, sim ali no meio do deserto, estranho não?! Chamei ali, mas ninguem respondia, eu já não aguentava mais de fome, então entrei na barraca. A casa era tão pequena... Mas lá havia sim comida, água e umas roupas, confesso que as roupas eram bem esquisitas... Mas o alimento não era o suficiente, nem a água, então passei a noite ali, esperando o dono daquele lugar aparecer. Mas a noite passou e nada, então resolvi sair dali, tinha que encontrar mais alimentos, peguei tudo o que precisava, e algumas roupas, pois a noite faz muito frio no deserto. Então sai andando totalmente sem rumo, sem lugar de chegada. Eu suportava ao possivel e impossivel minha fome e sede, o cansaço era mutio, eu tinha que aguentar, tinha que ser forte, aceitar que eu estava ali sim, e precisava achar a saída. A noite já tinha chegado, estava com tanto sono, e tão cansada, que resolvi dormir ali mesmo no deserto, peguei as roupas que tinha trago e me vesti com algumas, e as outras coloquei sobre a areia, sim passei muito frio, mas consegui dormir, fui vencida pelo cansaço...


Continua......